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Acomode-se no momento Presente, onde você está/Settle into the Present Moment, wherever you Are


Qualquer coisa que fazemos pode ser uma meditação.


Tomar uma caneca de chá. Sentar no vaso. Cuidar do nosso cão. Todos estes podem funcionar como uma forma de meditação, contanto que se tragamos atenção para o que estamos fazendo.

Para mim, meditação implica conectar-se com quem somos – e isso não significa somente sentar em uma determinada posição com nossos olhos fechados por uma hora. Sempre que nossa atenção é direcionada para o momento presente, o único lugar em que nossa vida ‘real’ pode ser encontrada, há uma qualidade meditativa em nossa experiência.

Prática de meditação é algo diferente. Isso é quando estamos ativamente procurando essa qualidade de atenção através de alguma rotina ou método. Tudo bem e tudo certo, mas precisamos lembrar que o único ponto da prática de meditação é tornar nossas vidas emu ma meditação – nos estabelecermos em nossa experiência e estar conectados com o momento presente através da nossa vida diária. Ter uma prática é importante, mas não é a única coisa.

É muito fácil separar a meditação das nossas vidas diárias. Nós divimos nossa prática spiritual das nossas vidas pessoais, criando uma saída fácil quando não nos colocamos em nossos lugares. “Eu me interessava pela espiritualidade, mas já deu para mim.” É necessário que integremos espiritualidade a nossa personalidade total em vez de tê-la como um hobby para aumentar nossa auto-estima. Para ajudar com isso, tenho tentado algo ultimamente que chamo de ‘Acomodando-se dentro’. Quando estou envolvida em alguma atividade, não importa o quão mudana ela possa parecer, eu tento me lembrar de relaxer no momento presente trazendo atenção para o meu corpo. Eu realmente me estabeleço no que estou fazendo, em vez de estar simplesmente no piloto automático achando que tá tudo certo. Isso não necessita muito esforço. Eu só tento prestar atenção ao fato de que estou viva – que estou respirando e que meu coração aqui e agora – e me permito aquecer nesta realização por alguns instantes. Tudo o que precisamos é um vislumbre de nossa própria existência para evocar um sentimento de maravilha e alegria em Ser.

Eu também tento aumentar os espaços entre as respirações, que é o espaço sagrado entre estímulo e resposta dentro de nós. O momento presente é tudo o que há. Minha experiência vivida/sentida é minha única conexão com a vida. Respire. Relaxe. Sinta a corpo. Esteja presente. Isso é o que digo a mim mesma. Quando estamos atentos ao Ser, vemos que não há divisão entre nós e as atividades nas quais estamos engajados.

Quando eu me acomodo, esteja eu ouvindo uma palestra ou assistindo um mix de artes marciais, tudo que faço se torna preenchido de um significado mais profundo. Faz mais sentido para mim, como se eu tivesse alcançado alguma frequência cósmica que nnao discrimina entre eloquência intelectual e rostos sendo socados. Há um interesse profundo evocado em mim em direção ao que quer que eu esteja fazendo, e isso é muito bom. Tudo é vida. Tudo é aqui. Tudo é agora.

Logo, eu creio que ter uma prática de meditação é essencial para nosso crescimento como seres humanos, mas é ainda mais essencial estar presente em nossa experiência. Como andamos. Como falamos. Como brincamos. Como fazemos amor. Como respiramos.

Enfim, se nos importarmos com nossa transformacão pessoal, precisamos dissolver a barreira entre o ego e nossa experiência de mundo. Não há separação. Não há o pequeno ‘eu’ na minha cabeça e depois o resto da vida; o que importa é que nós somos vida. Estamos sendo. Somos Deus. Quanto mais perto estivermos de perceber isso em nossas vidas diárias, mais saudáveis e felizes seremos como indivíduos.

Esteja presente. (traduzido por mim)




Anything we do can be a meditation.


Having a cup of tea. Sitting on the toilet. Petting our dog. All of these could act as a form meditation, as long as we bring awareness to what we’re doing.

For me, meditation implies connecting with who we are—and that doesn’t just mean sitting in a certain position with our eyes closed for an hour. Whenever our attention is directed upon the present moment, the only place where our real life can be found, there is a meditative quality to our experience.

Meditation practice is a different thing. That’s when we are actively seeking out this quality of awareness through some kind of routine or method. That’s all well and good, but we need to remember that the only point of practicing meditation is to make our lives into a meditation—to be grounded in our experience and connected with the present moment through our daily life. Having a practice is important, but it’s not the only thing.

It’s really easy to separate meditation from our daily activities. We compartmentalize our spiritual practice from our personal lives, making for an easy out when we don’t step up to the plate. “I used to be into spirituality, but I’m over that now.” It is vital that we integrate spirituality into our total personality, instead of having it as a side hobby to boost our self-esteem. To help with this, I’ve been trying something out lately that I call “settling in.”

When I am involved in some activity, no matter how mundane it may seem, I try to remind myself to relax into the present moment by bringing awareness to my body. I really settle into what I’m doing, instead of just being on autopilot and taking it for granted. This doesn’t take much effort. I just try to pay attention to the fact that I’m alive—that I am breathing and my heart is beating in the here and now—and allow myself to bask in this realization for a few moments. All we need is a glimpse of our own aliveness to evoke a sense of wonder and joy in being.

I also try to accentuate the gaps between breaths, which is the holy space between stimulus and response inside of us. The present moment is all that there is. My felt experience is my only connection to life. Breathe. Relax. Feel the body. Be present. This is what I tell myself. When we are aware of being, we see that there is no division between ourselves and the activity we are engaged in.

When I settle in, whether I’m listening to a lecture or watching mixed martial arts, everything that I’m doing becomes filled with a deeper meaning. It makes more sense to me, as though I’ve tapped into some cosmic frequency that doesn’t discriminate between intellectual eloquence and faces getting punched in. There is a profound interest evoked in me toward whatever I’m doing, and it feels really good. It’s all life. It’s all here. It’s all now.

So, I believe having a meditation practice is essential to our growth as human beings, but what’s even more essential is being present with our experience. How we walk. How we talk. How we play. How we make love. How we breathe.

Ultimately, if we care about personal transformation, we need to dissolve the barrier between the ego and our experience of the world. There is no separation. There isn’t the little “me” in my head and then the rest of life; the fact of the matter is that we are life. We are being. We are God. The closer we are to realizing this in our daily experience, the healthier and happier we will be as individuals.

Stay present.

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​© 2018 Semeia Vida by Tatiana Lopes.