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Como responder em vez de reagir: 4 dicas de comunicação/How to Respond, Instead of React: 4 tips

Não é brincadeira quando o ego ergue sua cabeça e você diz algo negativo reagindo a uma pessoa querida. Seguem 4 dicas importantes para utilizar em conversas difíceis afim de ter uma comunicação saudável.

Eu tenho alguns amigos conscientes.

São excepcionais em estar presentes e são bons em ser conhecidos por seu comportamento quando estão desalinhados com quem eles dizem ser ou querem ser. Eles também são excepcionais fazendo o mesmo por mim.

No entanto, nos últimos 2 dias, dois amigos incríveis me falaram durante uma xícara de café que não estavam contentes com algo que eu havia dito. Um trouxe algo que tinha acontecido há mais de 3 meses, e que ambos: ele e x companheirx não gostaram. Vamos chamá-lo de Kevin.

Kevin queria me lembrar algo que eu havia dito na última vez que ele e x companheirx estiveram na minha casa: ‘Eu não sei se já disse isso, mas eu queria que você soubesse que foi inapropriado.’

Interessante. Quem decide o que é ou não apropriado? A partir de que padrões medimos isso? E com certeza é diferente para cada pessoa, certo? Então como funciona com mais 7 bilhões de pessoas interagindo diariamente?

Responder bem à alguém tem tudo a ver com assumir responsabilidade por si mesmo.

O que eu percebi ao refletir sobre essa situação é que duas coisas estavam acontecendo. Primeiro, ele estava comunicando seus limites sobre como ele quer que eu me comporte, particularmente perto dx companheirx (o que é justo, mas 3 meses depois?!). Segundo, nem ele nem x parceirx se responsabilizaram pelo modo que reagiram ao que eu disse.

Penso que reagiram desta forma porque interpretaram meu comportamento como ‘ruim’ e ele pareceu estar dizendo isso me chamando atenção do jeito que pais fazem com crianças. Com que frequência vemos essa dinâmica acontecer entre amigos, colegas, cônjuges e em muitos outros relacionamentos em nossa sociedade?

Então eu só me sentei ali, chocada porque ele ainda estava esquecendo essa parte. Para alguém que me ensinou tanto sobre estar presente e não perder as lições, ele estava tão envolvido na história, que não conseguia ver a floresta pelas árvores, e sua linguagem corporal me mostrava claramente que não estava para diálogo.

Diálogo aberto e corajoso pode te levar à comunicação saudável.

Acelera para ontem e eu estava sentada com um casal de amigos meus. Eu sabia que minha amiga, chamemos ela de Jesse, queria falar sobre algo, porque estivemos brincando de nos marcar no telefone há alguns dias. Assim que nosso amigo saiu para uma volta, Jesse foi direto me dizendo que não gostou de uma mensagem de texto que enviei, porque a fez sentir-se mal.

Eu não sabia sobre o que ela queria falar, mas já que frequentemente fazemos trocas de sessões de aconselhamento e cura uma para a outra, eu pensei que ela tivesse algo com que eu pudesse ajudá-la a entender.

Então, quando ela disse isso, foi mesmo uma surpresa. E enquanto ela me explicava que palavras a ‘feriram’, eu me vi mais uma vez olhando com interesse, do jeito que tive com Kevin, imaginando o que estava acontecendo.

Por que essa mulher linda, espirituosa, presente e ponderosa estava comportando-se de forma reativa e sendo afetada por uma mensagem pensada e sutil, mas honesta? Como ela lidaria quando pessoas não tivessem tempo para construir seus pensamentos antes de expressá-los? Como lidaria com críticas diretas agora que está se tornando mais conhecida como palestrante?

Eu agradeci por Jesse estar aberta, diferente de Kevin, para explorar porque ela estava sentindo do jeito que estava. E naquele momento nós conseguimos olhar para essas questões poderosas e ela então teve espaço para trabalhar o que precisava e queria fazer de jeito diferente. Ela me deu oportunidade para explicar o porquê de ter usado aquelas palavras específicas e o que elas significavam para mim, e para ela dizer o que as palavras significaram para ela.

E assim, pudemos chegar a um ponto de entendimento e respeito mútuo, através de um diálogo aberto e corajoso, para o qual meu amigo Kevin não estava aberto ou com vontade de fazer.

O que eu vim a perceber foi que em ambas as ocasiões eles estavam trabalhando demais e não se divertindo o suficiente. Ambos sentiram-se encurralados pelas suas circunstâncias, especialmente com as dificuldades que estava tendo com grana e não sentiam que tinham permissão de se expressar inteiramente do jeito que mais queriam. Isso os leva a sentir-se cansados, e mais sucetíveis a reagir em vez de responder de jeito calmo, presente e curioso.

Ponto principal: todos temos um papel a assumir sendo responsáveis… Então aqui vão 4 formas de ajudar você a responder, em vez de reagir.

Sou responsável pelo que sai da minha boca, pelo que é digitado por esses dedos e tudo o que estas mãos tocam.

Como os outros respondem ao que eu expresso é de responsabilidade dos outros. Eu não posso fazer ninguém sentir qualquer coisa. Da mesma maneira para vocês… tudo o que pensam e expressam no mundo é seu papel e como você reage ou responde ao que outros fazem, é sua responsabilidade também. Mas o que sai da boca de alguém e como reagem ao que você diz, essa é a parte deles para fazer parte desse jogo que chamamos vida.

Logo, quatro formas de ajudar a responder em vez de reagir:

1. Esteja no corpo.

Há muitas formas de fazer isso, e o truque é achar o jeito que gosta. Qualquer coisa que ajude a entrar no seu corpo (um tipo de exercício que goste – corrida, dança, sexo com x parceirx) com certeza vai ajudar. Fazer, conscientemente, respirações profundas é provavelmente o jeito mais fácil e rápido para te trazer para o agora, e te trazer de volta pro teu corpo e fora da sua cabeça. Claro, dar uma volta à luz do sol, ou no frio, com os pés na grama (ou na neve!) também vai ajudar a estar no seu corpo novamente.

2. Note quando está analisando demais.

Se você se achar deitado e acordado à noite com frequência porque não consegue desligar sua mente, é um bom sinal de que você analisando demais (provavelmente um monte de coisas!). Então use as ideias acima (ou as suas) para pôr os pés no chão. Quanto mais ‘pé no chão’ você estiver, mais fácil para estar presente, e então mais consciente você fica, e mais você se perceberá analisando demais! Uma vez consciente de algo você pode mudá-lo, não antes.

3. Quando alguém diz algo que não gosta, respire profundo antes de falar.

Isso também se aplica ao escrever, já que temos tantas conversas via texto, email, facebook etc… a ideia é dar-se tempo para notar como está se sentindo, como está reagindo internamente antes de expressar-se externamente a outra pessoa ou pessoas involvidas. Muito frequentemente nossa reação inicial nos põe em confusão, causa ao(s) outro(s) o modo defensivo e reativo, e o ciclo gira fora de controle. Você pode pará-lo ao respirar profundamente e pensando em sua resposta, e no que a outra pessoa pode estar tentando comunicar.

4. Aprecie o fato de que todos são diferentes.

Seus amigos, família, colegas, e mesmos os conhecidos com quem você esbarra enquanto vive vão ter diferentes experiências de vida. As experiências que temos e o jeito como as interpretamos formam nossas crenças, nossas atitudes e então nossa personalidade. Logo, da próxima vez que alguém disser algo com que você discorde totalmente e você sentir que está saindo de si, pergunte-se se você pode apreciar que esta pessoa seja diferente de você. Não necessariamente errada, só diferente. Afinal, não seria chato se todos fossem iguais?


When in conversation, try to be open... Quando em conversas, tente estar aberto...


It’s no joke when the ego rears its head and you say something negative reacting to a loved one. Here are four quick healthy-communication tips that are critical to use in tough conversations.

I have some awarefriends.

They are exceptional at being present and they are good at being called on their behaviour when it is out of line with who they say they are or want to be. They’re also exceptional at doing the same for me.

However in the last two days I had two different, amazing friends of mine tell me over a cuppa that they weren’t happy with something I said. One brought up something that happened over three months ago, that both he and his partner hadn’t liked. Let’s call him Kevin.

Kevin wanted to remind me about something I had said the last time he and his partner were at my place: “I don’t know if I ever told you that, but I wanted to let you know it was inappropriate.”

Interesting. Who decides what’s appropriate or inappropriate? By what standards do we measure this? And surely it’s different for every person? So how does that work with more than seven billion people interacting on a daily basis?

Responding Well to Someone Else Has Everything to do with Taking Responsibility for Yourself

What I realized as I reflected upon this situation, is that two things were happening. First, he was communicating his boundaries to me about how he wants me to behave, particularly around his partner (that’s fair, but three months later?). Second, neither himself nor his partner were taking responsibility for how they’re reacting to what I said.

My view is that they were reacting this way because they viewed my behaviour as “bad” and he appeared to be telling me off the way parents tell off their children. How often we see this dynamic playing out in society between friends, colleagues, spouses and within countless other relationships.

And so I just sat there, somewhat gobsmacked that my friend was still missing this piece. For someone who had taught me so much about being present and not missing the lessons, he was so caught up in the story, he couldn’t see the forest for the trees, and his body languageclearlytold me it was not up for discussion.

Open and Courageous Dialogue Can Move You Toward Health Communication

Fast forward to yesterday and I was sitting with a couple of friends of mine. I knew my girlfriend, let’s call her Jesse, wanted to talk to me about something, as we’d been playing phone tag for a couple of days. As our guy friend left to go for a walk, Jesse launched straight into telling me that she didn’t like a text message I sent her, that it made her feel bad.

I hadn’t known what she wanted to talk about, but since we often do coaching and healing session swaps for one another, I figured she’d found some other piece that she wanted help clearing.

So when she said this, it very much came as a surprise. And as Jesse explained to me which words had “hurt her,” I found myself again looking with interest, as I had with my friend Kevin, wondering what the heck was going on.

Why was this beautiful, spirited, present, powerful woman behaving in a reactionary way and getting thrown by a well-thought out, gentle but honest text message? How was she going to cope when people didn’t take time to craft their thoughts before expressing them? How was she going to handle straight out criticism as she becomes more and more well known as a speaker?

I was grateful that Jesse was open, unlike Kevin, to explore why she was feeling the way she was. And in that space we got to look at these powerful questions and she then had the space to work out what she needed and wanted to do differently. She gave me the space to explain why I had use those particular words and what those words meant to me, and for her to express what those words meant to her.

And so we were able to come to a place of mutual understanding and respect through open and courageous dialogue, that my other friend Kevin hadn’t been open or willing to do.

What I came to realise was that in both instances they were working too much and not playing enough. They both felt trapped by their circumstances, particularly with the struggles they were having with money and didn’t feel they were allowed to fully express themselves in the way they most wanted to. This lead to them being tired, and more likely to react rather than respond in a calm, present and curious way.

The Bottom Line: We all have a role to take in being responsible… So here are 4 ways to help you respond, rather than react.

I am responsible for what comes out of my mouth, what’s typed by these fingers and all that these hands touch.

How others respond to what I express is their responsibility. I cannot make anyone feel anything. Likewise for you… all that you think and express in the world is your part and how you react or respond to what others do, that’s your part too. But what comes out of someone else’s mouth and how they react to what you say, that’s their part to play in this game we call life.

So four ways to help you respond rather than react are:

1. Get grounded.

There are many ways to do this, and the trick is to find a way you like to do it. Anything that helps you get in your body (like a form of exercise you love—running, dancing, sex with a loving partner) will definitely help. Consciously taking big deep breaths is probably the easiest and quickest way to bring you back to now, and get you back into your body and out of your head. Of course, getting outside in the sunshine, or the cold, with your feet on the grass (or the snow!) will also help you get in your body again.

2. Notice when you’re over analysing.

If you find yourself lying awake at night on a regular basis because you can’t switch your mind off, this is a good sign you’re over analysing (probably a lot of things!). So use the above ideas (or your own) to get grounded. The more grounded you become, the easier it is to get present, and then the more aware you become, the more you’ll catch yourself over analysing! Once you’re aware of something you can change it, not before.

3. When someone says something you don’t like, take a deep breath before speaking.

This also applies to writing since we have so many conversations via text message, email, Facebook messages and the like… and the idea is to give yourself time to notice how you’re feeling, how you’re reacting internally before you express it externally to the other person or people involved. So often our initial reaction gets us in trouble, it causes the other person or people to also get defensive and react, and then the cycle whirls out of control. You can stop this by taking a deep breath and considering your response, and what the other person might be trying to communicate.

4. Appreciate that everyone is different.

Your friends, family, colleagues, and even your acquaintances you bump into as you go through life will all have had different life experiences to you. The experiences we have and the way we interpret these experiences form our beliefs, our attitudes and ultimately our personality. So the next time someone says something that you totally disagree with and you find yourself feeling out of sorts, ask yourself if you can appreciate that this person is different from you. Not wrong necessarily, just different. Because after all, wouldn’t it be boring if we were all the same?

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​© 2018 Semeia Vida by Tatiana Lopes.