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‘O amor não tem gênero!’/ ‘Love has no gender!’

- era o tema do vídeo...


Sabe aquele vídeo de pessoas, casais que passavam por trás de uma enorme tela e tudo que víamos deles era seu esqueleto?


https://www.youtube.com/watch?v=SuTKbbdePAw


Pois é… lembrei dele esses dias e achei super oportuno escrever sobre ele.

Ele foi produzido com o objetivo de fazer as pessoas de todo o mundo entenderem que não importa como nos vestimos, nos maquiamos, nos penteamos, nossos diferentes trabalhos e funções, nossas opções sexuais…

Tirando todos os apetrechos e aculturações, somos TODOS iguais!


Pois é… (novamente)…

Aí vai a minha pergunta:

⁃ Se somos todos iguais, por que precisamos tanto nos dividir em grupos?

Pretos, brancos, amarelos, vermelhos, heteros, homos, bis, e todas as suas variações que nem sei quais são para ser bastante sincera, e nem quero saber… Para quê tudo isso?


Você até pode me responder que é devido ao preconceito, mas eu vou te perguntar, preconceito de quem?

⁃ De quem não aceita o que é diferente de si?

⁃ De quem não aceita que existam categorias que não significam nada além de rótulos e nomes?

⁃ Ou de quem não se aceita como é e precisa que os outros o aceitem?


Se alguém sofre qualquer tipo de violência ou preconceito deveria ser defendido pelo simples fato de ser um Ser humano sofrendo um ato de violência, e não por ser deste ou daquele grupo. Porque é isso, nenhum ser humano deve ser alvo de nenhum tipo de agressão, violência, preconceito, simples assim. Todos têm o direito (e o dever) de ser como são. Sua opção sexual é sua opção, mas é fato biológico que existem duas categorias de corpos humanos biológicos: macho ou corpo masculino e fêmea ou corpo feminino, (e os hermafroditas de nascimento). Cada um de nós recebe um deles ao nascer, certo? Independente de nossas escolhas amorosas e afetivas, cabe a nós, em primeiro lugar, aceitarmos como somos. Ainda mais porque sempre seremos diferentes de todo mundo, pelo simples fato de que só há um de você, só há uma de mim, e um de cada um de nós todos.


Quando nos aceitamos como somos, nos amamos, e quando isso acontece há firmeza e tranquilidade em ser quem se é, não importando o que os outros pensem, muito menos se utilizam na linguagem a classificação de gênero. Quando aceitamos e sabemos quem somos, nem um nome errado faz diferença (a não ser para as burocracias cadastrais que o sistema social cria). Somos seres humanos e estaremos protegidos, se tudo o que acreditarmos é que seres humanos devem ser respeitados e amados como são, sem necessidade da criação de grupos ou de mudanças agressivas em nossos corpos.


Que tal a gente se amar hoje?


Beijinhos de Luz!

Tati


O Amor não tem gênero. / Love has no gender.
O Amor não tem gênero. / Love has no gender.

-that was the video theme…


You know that video of people and couples who went behind an enormous screen and everything that we saw of them was their skeletons?


https://www.youtube.com/watch?v=SuTKbbdePAw


Yeah... I remembered it these days and found it really convenient to write about it.

It was produced with the goal of making people all over the world to understand that It doesn’t matter how we dress, how we wear make-up, how we comb our hair, our different jobs and functions, our sexual choices…

Taking away all these accessories and acculturation, we are ALL the same!


Yeah... (again)...

So here goes my question:

⁃ If we are all the same, why do we desperately need to divide ourselves into groups? Black, White, yellow, red, hetero, homos, ‘bis’, and all the variations that I don’t even know what they are, to be very honest, and I don’t even want to... Why all that?

You can even answer me saying that it’s due to prejudice, but I’m going to ask you, whose prejudice?

⁃ The one who doesn’t accept what is different from oneself?

⁃ The one who doesn’t accept that there are categories that mean nothing besides more names and labels?

⁃ Or the one who doesn’t accept himself/herself as he/she is and needs the others to accept him/her?


If someone suffers from any type of violence or prejudice, one should be defended just for the fact of being a Human being undergoing an act of violence, and not for belonging to one or another group. Because that’s it, no human being should be a target for any kind of aggression, violence, prejudice, simple like that. Everyone has the right (and also the duty) of being who they are. Their sexual preference is theirs, but it is a biological fact that there are two categories of biological human bodies: male or masculine body and female or feminine body, (and birth hermaphrodite). Each one of us receives one of them when we’re born, right? Independently of our loving choices, it’s up to us, in the first place, to accept ourselves as we are. Specially because we’ll always be different from everyone, for the simple fact that there’s only one of you, one of me, and one of every single one of us.


When we accept who we are, we love ourselves, and when that happens there’s firmness and tranquility in being who we are, it doesn’t matter what others think, even less if they use the grammatical gender language. When we accept ourselves and know who we are, not even a wrong name makes difference (it is just for the registry bureaucracies the social system creates). We are human beings and will be protect, if all we believe is that human beings must be respected and loved as they (we) are, without the need of creating groups or making aggressive changes in our own bodies.


What if we love ourselves today?


Little kisses of light!

Tati

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