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‘O essencial é invisível aos olhos’…/‘The essential is invisible to the eyes’…

(de 'O Pequeno Príncipe'; Antoine de Saint-Exupéry)

Há quanto tempo você não pára para pensar sobre o que é essencial?

Melhor… há quanto tempo você não sente o que é essencial?

Há anos sem fim, todos aprendemos a ser informados, descolados, intelectuais, mestres, doutores e super, super produtivos…

Produtivos para termos condições de bancar status, posições, acumular coisas que aprendemos a acreditar que dizem quem somos…

Quando não produtivos, distraídos… de quem? De nós mesmos.

Tão preocupados em sermos essenciais que precisamos estampar fotos todos os dias em computadores vazios para ver se alguém nos nota. Porque essencial, virou objeto, produto de mercado.

Quando não mais essencial, reinventa-se, postam-se mais fotos… como uma necessidade que não tem fim.

Procuramos ser essenciais há tanto tempo, que esquecemos nossa essência.

Que SOMOS ESSÊNCIA!

Esquecemos que não precisamos ter um monte de coisas para ter valor para aqueles que nos amam de verdade.

Esquecemos que não precisamos de títulos acadêmicos para sermos inteligentes e criativos.

Esquecemos que não precisamos ter a foto mais bonita e mais curtida para termos ao nosso lado aqueles que reconhecem nossa beleza, a verdadeira, a interna…

Esquecemos que não precisamos ter uma conta bancária recheada, quando temos pessoas que compartilham e se importam.

Esquecemos que não precisamos ser pagos ou receber nada em troca, para servir ao outro com carinho, pelo simples carinho de servir, de ajudar.

Esquecemos que as crianças não precisam ser máquinas, com agenda pronta para o vestibular, para se tornarem adultos saudáveis e de sucesso.

Esquecemos que a vida é linda, mas nem sempre fácil. Que ela é cheia de desafios, às vezes dores, mas são aquilo que nos faz crescer. Que mesmo linda, ela um dia acaba. E é justamente isso, a finitude da vida deste corpo que nos lembra o que é essencial…

Aquilo que os olhos não vêem…

Quando com medo, nos ocupamos com nossa proteção,

Às vezes tão excessiva que nos distraímos.

Quando distraídos, esquecemos quem somos…

Passamos tanto tempo ocupados e distraídos tentando proteger e prolongar nossas vidas que esquecemos de vivê-la, de fato.

Morte, é… um assunto que assusta não é mesmo?

Mas lembrar dela torna a Vida diferente.

Nos faz ver o que é essencial, mas não com os olhos de ver…

Com o Coração!

Tati Lopes - @semeiavida

#porumnovonós


Tu és eternamente responsável por aquilo que cativas, inclusive dentro de si. | You’re eternally responsible for what you captivate, inside yourself too.

(from 'The Little Prince'; Antoine de Saint-Exupéry)

How long since you’ve last stopped to think about what is essential?

Better... how long since you’ve last felt what is essential?

It’s been so many years, we’ve learned how to be informed people, cool, intellectual, masters, doctors and super, super productive…

Productive in order to be able to keep statuses, positions, to accumulate things that we’ve learned to believe say who we are…

When not productive, distracted... from whom? From ourselves.

So worried with being essential that we need to stamp, to post pictures every day in empty computers waiting for someone to notice us. Because ‘essential’ became an object, a market product.

When no longer essential, we reinvent ourselves, post more pictures… as it’s some sort of need that has no end.

We’re looking for being essential for so long, that we’ve forgot our essence.

That WE’RE ESSENCE!

We’ve forgotten that we don’t need to have a bunch of things to be valued for those who really love us.

We’ve forgotten that we don’t need academic titles or labels to be intelligent and creative.

We’ve forgotten that we don’t need to have the most beautiful and liked picture to have by our side those who see our beauty, the true one, the inner one…

We’ve forgotten that we don’t need to have a ‘stuffed’ bank account, when we have people who share and who care.

We’ve forgotten that we don’t need to be paid or receive something in return, to serve the other with care, for the sake of serving carefully, of helping.

We’ve forgotten that children don’t need to be machines, with agendas and ready for College exams, to become healthy and successful adults.

We’ve forgotten that life is beautiful but not always easy. That it’s full of challenges, sometimes painful, but they are what make us grow. That even though beautiful, one day it comes to an end. And it’s exactly this, this body’s life’s finitude that reminds us what is essential…

That which the eyes don’t see…

When frightened, we occupy with our protection,

Sometimes so excessive that we get distracted.

When distracted, we forget who we are…

We spend so much time busy and distracted trying to protect and prolong our lives that we forget to actually live it.

Death, it’s, yeah... a subject that scares, isn’t it?

But to remember of It makes Life different.

It makes us see what is essential, but not with the eyes of seeing…

With the Heart!

Tati Lopes - @semeiavida

#foranewus


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​© 2018 Semeia Vida by Tatiana Lopes.