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O que eu faço quando me tratam mal? / What do I do when they treat me bad?

Updated: Aug 5

Eu me trato bem e vou embora!


Pode soar bonito para alguns e escapista para outros…

Nem um nem outro.

É o que é. É o que reconhecemos que deve ser feito. É consciência, autopreservação e não violência.


No entanto, para irmos nos aproximando deste ponto de maturidade, às vezes precisamos passar por poucas (ou muitas) e boas para nos conhecermos um pouquinho mais. Sabermos quando devemos insistir e quando é hora de ir embora.


A gente insiste quando vê que as falhas observadas estão em todas as partes envolvidas, quando há necessidade de criar diálogo onde não existe, ou melhorar o existente, quando há vontade de crescer junto; afinal nenhum de nós é perfeito, não é mesmo?


Depois de melhorar a comunicação, observar nossa parte inadequada e começar a agir para melhorar como gente; se depois disso ainda observamos que o(s) outro(s) continua(m) fazendo o que não é legal, ou com agressividades ou comportamentos não saudáveis, vale pensar duas vezes, se vale realmente continuar em qualquer tipo de relação que não nos ajude a sermos quem somos.


Melhor SER sozinho! (Que nunca é sozinho na real, minha humilde opinião)


E por que simplesmente tratar-se bem e ir embora? Sem discussões?

Sim! Quando melhoramos a comunicação, aprendemos a comunicar o essencial, e de forma clara, o que é bom e também o que é ruim. Esse fator importantíssimo em qualquer relacionamento aliado a um pouquinho de autoconhecimento nos faz perceber que quando toda a comunicação, todo diálogo não surtiu efeito, não vale discutir, gritar, ou o que quer que seja; como diria Desmond Tutu: 'Não grite, melhore seus argumentos.'


Mais vale dar um sorriso para nós mesmos com Amor próprio, dizer tchau e 'ir SER' feliz!

Ir embora não é abandonar, desistir; não é uma reação de quem não ‘aguenta’ mais, ir embora é um ato político, consciente, de quem tomou as rédeas da sua vida e está disposto a vivê-la, sem medo de Ser feliz!


Beijinhos de Luz!


Tati - @semeiavida



I treat myself well and leave!

It can sound nice to some and escapist to others…

Not one nor the other.

It is what it is. It is what we recognize that should be done. It’s awareness, self-preservation and non-violence.

However, in order to get closer to this point of maturity, sometimes we need to go through some (or many) not too good situations for us to know a little more of ourselves. To know when we should insist and when it is time to leave.

We insist when we see that the observed flaws are in all of the involved parts (people), when there’s the need of creating dialogue where there’s none, or to improve the existent, when there’s willing to grow up together; afterwards none of us is perfect, right?

After improving communication, observing our inadequate part and starting to act to evolve as a human; if after that we still notice that the other(s) is(are) still doing what is not cool, or aggressively or with non-healthy behaviors, it’s worthy to think twice to check if it’s really worthy to keep any kind of relationship that doesn’t help us to be who we are.

Better BE alone! (Which is never really alone, by the way, in my humble opinion)

And why just treat ourselves well, and leave? No arguments?

No! When we improve communication, we learn to communicate the essential, and in a clear way, good things but also what is bad. This factor, very important in any relationship, together with a little of self-knowledge makes us realize that when all communication, all dialogue didn’t work, it’s not worthy to argue, yell, or whatever; like Desmond Tutu would say: Don’t yell, improve your arguments.

Better to just give ourselves a great smile with self-Love, say goodbye and go ‘BE happy’!

Leaving is not abandoning, quitting; it’s not a reaction of who can’t take it anymore, to leave is a political act, conscious, of who just took control over his/her life and is willing to live it, without any fears of Being happy!

Little kisses of Light!


Tati - @semeiavida


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