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Querido Amor.../ Dear Lover...


...por favor me Ame todo – não somente a Parte Boa.


A Maioria de nós já se apaixonou.


Nos conhecemos. Os astros se alinham. O Dj Universo toca todas as músicas certas no rádio. A química é docemente perfeita e nós decidimos perseguir a onda de dopamina, acreditando que desta vez, será diferente.

Se apaixonar é como cair de costas no espaço, esperançosamente, nos braços de seus colegas de time enquanto você reza para que eles te segurem, exercício de confiança. Só que desta vez, é em uma pessoa que você precisa confiar para te pegar, e não várias.

É uma corrida inebriante.

Nós, conscientemente ou não, escolhemos confiar em nossa percepção sobre essa nova pessoa... afinal, eles cheiram tão bem, dizem as melhores coisas, e parece tão perfeito!

Certo?

Amar alguém por quem realmente é requer um bocado de trabalho, confiança e vulnerabilidade. É uma intimidade emocional em profundidade que requer escolha consciente.

Muitos de nós escolhe, inconscientemente, se apaixonar por quem achamos que podem se tornar. É bem mais fácil porque nosso foco está sempre no futuro perfeito logo ali na esquina e por essa razão podemos facilmente ignorar o que está bem a nossa frente, que é a natureza verdadeira e completa de nossx novx escolhidx.


Nós vemos somente o que queremos ver e esta visão é intencionalmente focada nos amanhãs que podem nunca chegar. Eles brilham com tanta sedução!

Isso é se apaixonar pelo potencial de alguém. Nós empregamos surdez e cegueira criativa e obstinada em nosso esforço para evitar a realidade porque a realidade pode ser difícil. Temos um devaneio do que achamos que queremos e definimos nosso novo amor nessa estrutura inflexível.

Insistimos em ver o futuro do nosso amor através das lentes de nossa própria percepção que, por natureza, é enviesada, singular, e única. Nossa percepção raramente é 100% alinhada à realidade. Nos apegamos às coisas maravilhosas que aprendemos sobre elxs e combinamos isso com todas as coisas que vemos que são capazes de se tornar.

As facetas de quem são que os tornam falhos – e por isso Humanos – são habilmente ignoradas. Nos tornamos vítimas de nosso próprio otimismo. Você sabe do que estou falando, ‘Se ele só..’ ou ‘quando ela finalmente..’ ou ‘algum dia em breve..’.


Quando conhecemos o Sr. ou a Sra. Certo(a) e eles nos dizem que às vezes ficam inacessíveis, ou que o relacionamento mais longo em que estiveram foi de 3 meses, de repente desenvolvemos audição seletiva.

Acreditamos que nós seremos a pessoa que os mudará. Que somos seu único e verdadeiro amor! Que somos o remédio que precisam para curar todas as suas doenças. Se somente nos escutassem poderiam então atingir a perfeição que está sempre ali na esquina. Com o nosso quartel de bombeiro de amor treinado neles, podemos limpá-los de todas as falhas. Então finalmente terão o apoio que precisam para realizar seu potencial. Tudo que precisam fazer é acreditar, certo?


Maya Angelou  disse, ‘Quando alguém te mostra quem é, acredite logo de cara.’ Levei um tempo para aprender o significado deste ensinamento. Por exemplo: se alguém te permite saber que são sempre atrasadxs seja em palavras ou ações, você não precisa descartá-lxs. É um conhecimento pelo qual você pode fazer uma escolha. Você pode decidir que você pode lidar com o hábito de atraso e concordar em ter compromissos específicos, ou você pode torná-lo um encontro de um dia e continuar na busca pelx Sr. ou Sra. ‘Pontual”. Não há culpa, vergonha, ou julgamento em qualquer dos lados quando a verdade está na mesa. É simplesmente informação.


Vamos considerar a diferença entre percepção, que por definição é: uma forma de considerar, respeitar, entender, ou interpretar algo; uma impressão mental’, e perspectiva, que por definição é: ‘verdadeiro entendimento da importância relativa das coisas; uma noção de proporção’. Saber a diferença sutil entre esses conceitos vai te dar muita liberdade.


Ainda comigo? Fica mais fácil daqui.


Enquanto nos arriscamos a utilizar a perspectiva em vez da percepção podemos olhar para nosso novo amor de forma mais ampla. A figura agora está mais proporcional e equilibrada.

Conseguimos ver quem realmente são agora, no momento presente, em vez de quem elxs podem se tornar (que tem 0 (zero) garantia por sinal). Ainda vemos coisas inquietantes, mas, pelo menos, estamos segurando a luz sobre elxs. Ilumine qualquer coisa e ela se torna menos assustadora porque, pelo menos, sabemos o que estamos enfrentando.

Como você se sentiria ao saber que seu amor só ama o seu lado bom, divertido e sexy? Experimente acordar do lado errado da cama com aquela ressaca. É horrível quando quem você ama te coloca num patamar tão alto que é permanentemente fora do alcance. É uma receita para o fracasso.

Podemos presumir com segurança que muitos de nós se esforça para amar o próprio lado escuro, sua sombra – nossas falhas e defeitos. Imagine o quão mais difícil seria se quem nos ama também não pode amar esse lado?


Se ficarmos na limitada percepção e amarmos alguém somente pelo que escolhemos ver (o fácil, divertido, sexy), então nós os privamos da oportunidade de trabalhar com suas ‘merdas’ enquanto estão em um relacionamento seguro conosco. Nós permanecemos em julgamento silencioso.

Quem somos nós para decidir por elxs o que é amável e o que precisa ser trabalhado? Quem somos nós para prendê-los em nossas ilusões de quem achamos que elxs deveriam ser, em vez de quem realmente são? Somente ao modificar para a perspectiva e dando um grande passo para trás para ampliar nossa visão, nós podemos ver verdadeiramente aquelx que amamos em toda sua humanidade – perfeições e imperfeições vulneravelmente expostos.


Se escolhermos abrir os olhos, isso nos libertará para fazer escolhas sólidas baseadas no presente. Podemos escolher aceitar suas questões como parte de seu Ser; que elxs são, em parte, um problema que queremos ter.

Há poder no conhecimento. Conseguimos definir nossos próprios limites, nossas necessidades, nossos negociáveis e não-negociáveis – todos baseados na verdade ganha de uma perspectiva mais ampla.

Conseguimos ficar fora do julgamento, da culpa, da vergonha, e podemos decidir o que realmente queremos e precisamos em uma parceria. Podemos nos estabelecer livres e aos que amamos também com uma simples mudança do jeito de pensar.


Isso começa com a escolha de impregnar seu otimismo com verdade crua em vez de tornar-se vítima dela por permanecer cego. Afinal, todos nós – lá dentro – queremos ser amados exatamente como somos.


Author: Grace Getzen (traduzido e adaptado por mim, Tati)


Mágica é algo que Você faz!

...Please Love All of Me—not just the Good Stuff.


Most of us have experienced falling in love.


We meet. The stars align. DJ Universe plays all the right songs on the radio. The chemistry is sweetly perfect and we decide to pursue the dopamine rush, believing that this time it will be different.

Falling in love is like falling backwards through space into, hopefully, the waiting arms of your team mates below as you pray they catch you in a team-building, trust exercise. Only this time, it’s one person you must rely upon to catch you, not several.

It’s a heady rush.

We, consciously or not, choose to trust our perception of this new person…after all, they smell so damn good, say all the best things, and feel so right!

Right?


Loving someone for who they truly are requires a whole lot of work, trust, and vulnerability. It is a depth of emotional intimacy that requires a conscious choice.

Many of us unconsciously choose to fall in love with who we think they can become. It’s so much easier because our focus is always on the perfect future just around the corner and therefore we can willingly ignore what is right in front of us, that is, the true and complete nature of our newly chosen partner.


We see only what we want to see and that vision is intently focused on the tomorrows that may never come. They sparkle with such allure!

This is called falling in love with someone’s potential. We employ creative and obstinate deafness and blindness in our effort to avoid reality because reality can be hard. We have a dreamy idea of what we think we want and set about cramming our new love interest into that unyielding framework.

We insist on viewing our prospective love through the lens of our own perception which, by its very nature, is skewed, singular, and unique. Our perception is rarely 100 percent aligned with reality. We hold onto all the wonderful things we’ve learned about them and combine that with all the things we see them capable of becoming.

The facets of their being that make them flawed—and therefore human—are adroitly ignored. We become victims of our own optimism. You know what I’m talking about, “If he would only…” or “when she finally…” or “someday soon…”


When we meet Mr. or Ms. Right and they tell us that they sometimes become inaccessible, or that the longest relationship they’ve had has only been three months, we suddenly develop selective hearing.

We believe that we will be the one to change them. We are their one, true love! We are the medicine they need to cure all their ills. If they would only listen to us they would then achieve the perfection that is always just around the corner. With our firehose of loving trained on them we can cleanse them of all their flaws. They will finally have the support they need to fulfill their potential. All they have to do is believe, right?


Maya Angelou said, “When someone shows you who they are, believe them the first time.” It took a while to learn the meaning of this axiom. For example: if someone lets you know they are perpetually late through words or action you don’t necessarily need to kick them to the curb. It is knowledge from which you can now make an informed choice. You may decide that you can cope with their lateness habit and agree to make certain compromises, or you may call it a day and continue your search for Mr. or Ms. “Always On Time.” There is no blame, shame, or judgment on either side when the truth is on the table. It is simply information.


Let us consider the difference between perception, which by its definition is: “a way of regarding, understanding, or interpreting something; a mental impression,” and perspective, which by its definition is: “true understanding of the relative importance of things; a sense of proportion.” Knowing the subtle difference between these two will gain you much freedom.


Still with me? It gets easier from here.


As we venture into utilizing perspective instead of perception we can look at our new love in a larger, more expansive way. The picture is now more in proportion and in balance.

We get to see who they truly are right now, in the present moment, rather than who they might become (which holds zero guarantees by the way). We will see things that are unsettling, but at least we are holding the flashlight on them. Light anything up and it becomes less scary because at least we know what we’re facing.

How would you feel knowing your lover only loves the good, fun, sexy, nice side of you? Try waking up on the wrong side of the bed with that hanging over your head. It sucks when your loved one holds you to a standard so high as to be permanently out of reach. It’s a recipe for failure.

We can safely assume that many of us struggle with loving our own dark, shadow side—our flaws. Imagine how much more difficult that would be if the one who loves us most can’t love that side either?


If we stay in limited perception and love someone for only what we choose to see (the easy, fun, sexy, hot stuff), then we deprive them of an opportunity to work their sh*t out while in a safe relationship with us. We stand in silent judgment of them.

Who are we to decide for them what is lovable and what needs work? Who are we to drape them in our illusion of who we think they should be, rather than who they really are? It is only by shifting to perspective and taking a large step back to widen our view that we can truly see the one we love in all their humanity—perfections and imperfections vulnerably exposed.


If we choose to open our eyes it will free us to make solid choices based in the present. We can choose to accept their issues as a part of their being; that they are, in part, a problem we want to have.

There is power in knowledge. We get to define our own personal boundaries, our needs, our negotiables and non-negotiables—all based on truth gained from a broader perspective.

We get to stay out of judgment, blame, and shame, and can decide what we really want and need in a partnership. We can set ourselves and our loved ones free with a simple shift in thinking.


It begins with choosing to imbue your optimism with raw truth rather than becoming a victim of it by remaining blind. After all, we all—at our core—want to be loved exactly as we are.


Author: Grace Getzen





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