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Ser bondoso e ser bonzinho são 2 coisas diferentes./Being Kind & being Nice are 2 Different Things.



“É bom ser importante, mas é mais importante ser bom.”


Esse era o banner que ficava pendurado acima da lousa da minha sala do segundo ano. Vinte e poucos anos depois e eu ainda lembro desta frase; mas gostaria de adicionar.

Bonzinho é bom, mas bondoso é bem melhor.

Nós somos bonzinhos por várias razões – muitas delas são a nosso próprio serviço. Somos bons para conciliar expectativas, ganhar aprovação, e com frequência para encobrir configurações desconfortáveis.

O ato de ser bonzinho é uma expressão da personalidade – do ego. Ser bonzinho pode ser fingido.

Ser bondoso, entretanto, é uma expressão de caráter – da alma. Bondade não pode ser fabricada; é tão orgânica quanto o ar que respiramos. Bondade vem de uma motivação impessoal. Bondade é um anexo do Amor impessoal; um Amor que os gregos chamam de ágape. É um Amor pelo bem maior. Como Ágape, bondade é estendido a todos, não exclui ninguém, não precisa ser adquirido, e não procura ser reconhecido, mas perpetuado.

Bondade é pura, sofisticada, uma elevação criteriosa do ‘bonzinho’. Bondade e ser bom podem se sobrepor, mas os dois também podem estar separados. Às vezes ser bonzinho é fabricado quando há ausência de bondade. Quando isso acontece, ambos, quem dá e quem recebe podem sentir. Essa forma de troca parece mais esgotar do que nutrir.

Bondade é sempre nutritiva, embora às vezes demande coragem. Ser bondoso nem sempre é gostoso. Às vezes ser bondoso significa ser honesto – mesmo quando é difícil por não ser necessariamente o que a outra pessoa ou grupo quer ouvir.

Onde o ‘bonzinho’ pode ser seletivo, efêmero, e com frequência articial, a bondade é abragente, eternal, e genuína.

Ser bom é algo que podemos fazer. Ser bondoso é algo que somos – ou podemos nos tornar.

Nesse mundo atual complexo, penso que muitos de nós sente uma tremenda pressão para agradar; agradar a nossa família, aos amigos, clientes, e comunidades. Esse desejo de agradar certamente abastece ‘o ser bonzinho’, mas em vez de só passar pelos impulsos de ser bonzinho, podemos nos perguntar: sim, mas isso é bondoso?

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AUTHOR: KRISTEN SCHNEIDER (TRADUZIDO POR MIM)


'So, do you want to change the world alone? I'm not alone, we're just spread.... ...But we're starting to get together!

“It’s nice to be important, but it’s more important to be nice.”


This was the banner that hung over the chalkboard of my second grade classroom. Twenty-some years later and I still remember this phrase; but I’d like to add on.

Nice is well and good, but kind is even better.

We are nice for all sorts of reasons—many of them self-serving. We’re nice to placate expectations, earn validation, and often to gloss over uncomfortable settings.

The act of being nice is an expression of the personality—of ego. Being nice can be faked.

Being kind, however, is an expression of character—of soul. Kindness cannot be fabricated; it’s as organic as the air we breathe.

Kindness comes from an impersonal motive. Kindness is an appendage of an impersonal love; a love the Greeks call agape. It’s a love for the greater good. Like agape, kindness is extended to all, excludes no one, does not need to be earned, and seeks not to be recognized, but perpetuated.

Kindness is the pure, sophisticated, discerning elevation of nice. Kind and nice may overlap, but the two can also be separated. Sometimes being nice is manufactured in the absence of kindness. When this happens, both the giver and recipient can feel it. This form of exchange feels depleting rather than nourishing.

Kindness is always nourishing, however, sometimes it takes courage. Being kind doesn’t always feel nice. Sometimes being kind means being honest—even when it’s hard because it’s not necessarily what the other person or group wants to hear.

Where niceties can be selective, ephemeral, and often artificial, kindness is all-encompassing, eternal, and genuine.

Being nice is something we can do. Being kind is what we are—or can become.

In today’s complex world, I think many of us feel the insidious pressure to please; to please our family, friends, clients, and communities. This desire to please certainly fuels niceness, but rather than just going through the motions of being nice, can we ask ourselves the question: yes, but is it kind?

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AUTHOR: KRISTEN SCHNEIDER

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