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Um Não faça mal, mas não aceite M* dos outros/A Do No Harm, but Take No Sh*t Guide

Updated: Feb 7, 2019


Então, eu funciono assim: sou extremamente amigável e respeitosa com aqueles que seguem as leis comuns de decência, de compostura, quando interagindo com os outros.

No entanto, se algo é rude comigo, eu tenho uma regra de cuidado. Eu darei um ‘passe de TPM’ pela primeira ocasião de grosseria (para os homens, eu chamo isso de Síndrome de Fúria com os homens – traduzindo da legenda em inglês). Depois disso, eu vou certamente me impor e aderir aos limites sobre os quais eu funciono – grosseria não será tolerada, então se ajuste ou lamente-se pelo dia em que não o fez.

Todos nós vivemos dias difíceis, eventos que nos desafiam, doenças que tornam nossos dias difíceis e períodos de grande stress que nos derruba. Pode ser difícil nesses momentos ter nosso melhor comportamento com nossos queridos companheiros humanos, e eu sou tão culpada disso quanto qualquer outra pessoa.

E ainda, todos nós experimentamos níveis de indelicadeza de outros. Cada um de nós já esteve no papel de receptor final do dia ruim, ou dia estressante de alguém. Muitas vezes, as pessoas que são mais indelicadas são as que mais precisam de delicadeza. Infelizmente, o comportamento delxs garante que elxs não tenham o que precisam.

Devido a algumas experiências negativas recentes, tenho pensado sobre comportamento em situações sociais com ênfase particular em gentileza, ou a falta dela. Em cada uma destas experiências, as respostas que recebi não eram apropriadas dadas a situação. Estas atitudes indelicadas não eram reações a uma ação rude que eu tenha tido; na verdade, não houve nada nestes encontros que eu poderia considerar. Eu simplesmente estava no lugar errado na hora errada e entrei como receptor final do dia ruim de alguém.

Com um foco em viver com gentileza e atenção, eu sinto que é importante manter limites pessoais fortes, mas que também nos comportemos com gentileza uns com os outros. É importante nos protegermos, tanto quanto sermos gentis com os outros, quando possível. Isso nos leva à regra ‘Não faça mal, mas não leve desaforo’.

Eu acato totalmente esse sentimento, mas pode ser difícil colocá-lo em prática. Aqui estão algumas maneiras que podemos adotar como parte do nosso estilo de vida quando o ‘Passe de TPM’ foi usado e a cortesia social não foi observada:


1. Em vez de colecionar situações que nos ofenderam, precisamos falar imediatamente e deixar os outros saberem que suas ações não são aceitáveis. Quando um colega de trabalho nos corta rudemente no meio de uma frase, em vez de ferver por dentro, podemos calmamente dizer que vamos falar com elx quando terminarmos nossa atual conversa. Se isso não ajudar/resolver, podemos sempre levar essa pessoa a um canto e lembrá-la que ao mesmo tempo que estamos felizes em atender suas necessidades, não consideramos interrupções e comentários rudes maneiras aceitáveis de chamar nossa atenção.

Ao falar calmamente, não machucamos ninguém. Ao falar sobre como a ação nos fez sentir, não levamos desaforo.


2. Em vez de responder com equivalente show de descortesia, podemos achar maneiras de estabelecer nossos limites de forma calma. Em vez de responder com raiva, usando linguagem abusiva ou sendo agressivo-passivo, podemos expor de maneira simples o que vamos ou não permitir. É tão fácil quanto dizer ao atendente de telemarketing que não estamos interessados no produto, mas esperamos que tenha um bom dia.

Ao expor nossas necessidades de jeito simples – sem recorrer a indelicadeza – nós não ferimos. Nos atendo firmes aos nossos limites, não levamos desaforo.


3. Quando notamos um padrão de comportamento que continua violando nossos limites, podemos criar estratégias de nosso preferência para lidar com isso. Temos a opção de responder gentilmente ou podemos escolher remover essa relação de nossas vidas ou ainda limitar o contato com essa pessoa. Eu com certeza precisei eliminar alguns relacionamentos da minha vida quando as violações dos meus limites eram simplesmente demais para continuar administrando de forma pacífica. Essas relações foram limitadas (ou em alguns casos, eliminadas) não em um ato de raiva, mas para criar paz na minha própria vida.

Ao nos afastarmos deste tipo de relação, não ferimos, mas também não ‘engolimos sapo’.


4. Nós podemos dizer ‘Não’. Não temos que explicar nosso não. Simplesmente temos que ser firmes nele.

Dizer ‘Não’ a obrigações que nos oprimem não fere e, de fato, protege nossa própria energia. Manter-se firme no ‘Não’ é nosso jeito de não levar desaforo.


Claro que isto não é um guia completo, mas com esses pontos básicos podemos tornar mais fácil vivências de nossas interações sociais com menos frustração. Praticando esses quatro passos, estamos assumindo a responsabilidade por nossas vidas e as relações que fazem parte dela.

Nós ainda podemos praticar gentileza e estar completamente engajados em nossos relacionamentos. Na verdade, seremos mais capazes de o fazer quando nosso tempo e energia não gastos com a raiva que costumávamos experimentar quando não praticávamos boa comunicação ou estabelecíamos nossos limites.

Em vez disso, podemos viver alegremente com pessoas que anseiam por respeitar nosso espaço sagrado.


Author: Crystal Jackson (traduzido por mim ;-) )



sometimes people are simply destined to teach us how not to act in the future...


Here’s how I work: I’m extremely friendly and respectful to those who obey the laws of common decency when interacting with others.

However, if someone is rude to me, I have a one warning rule. I’ll give a PMS-pass for the first occasion of rudeness (for men, I call this the Pissy Man Syndrome pass). After that, I will certainly stand up for myself and adhere to the boundaries by which I operate—rudeness will not be tolerated, so get it together or rue the day you didn’t.

We all experience difficult days, life events that challenge us, illnesses that make our days difficult and times of great stress that wear us down. It can be difficult at those times to be on our best behavior with our fellow human beings, and I am as guilty of this as anyone.

Additionally, we all have experienced levels of unkindness from others. We’ve each been on the receiving end of someone’s bad day or stressful situation. Oftentimes, the people who are the most unkind are the ones who need kindness the most. Unfortunately, their behavior often guarantees that they won’t get what they need.

Due to some recent negative experiences, I’ve been thinking about behavior in social situations with a particular emphasis on kindness or the lack thereof. In each of these experiences, the responses I received were not appropriate given the situation. These unkind behaviors weren’t reactions to a discourtesy that I’d shown; in fact, there was nothing in these encounters that I could really account for.

I simply was in the wrong place at the wrong time and got on the receiving end of someone’s bad day.

With a focus on kindness and mindful living, I feel that it’s important that we maintain strong personal boundaries, but that we also behave with kindness towards each other. It’s equally important to protect ourselves as it is to be kind to others when possible. It goes back to the “Do no harm, but take no shit” rule.

I fully embrace that sentiment, but it can be difficult to put into practice. Here are some ways we can embrace this as a part of our lifestyle when the PMS-pass has been used and social courtesy has not been observed:


1. Rather than collecting instances that have offended us, we need to speak out immediately and let others know that their actions are not acceptable. When a coworker cuts us off mid-sentence with a rude remark, instead of seething inside, we can calmly state that we will speak to them when we have finished our current conversation. If that doesn’t work, we can always take that person aside and remind them that while we are perfectly happy to attend to their needs, we do not find interruptions and rude comments to be acceptable ways of getting our attention.

By speaking calmly, we do no harm. By speaking up about how the action made us feel, we take no shit.


2. Rather than responding with an equivalent show of discourtesy, we can find ways to calmly state our boundaries. Instead of responding in anger, using abusive language or being passive aggressive, we can simply state what we will and will not allow. It’s as easy as calmly telling the telemarketer that we are not interested in their product, but we hope they have a nice day.

By stating our needs simply—without resorting to unkindness—we do no harm. By holding fast to our boundaries, we take no shit.


3. When we notice a pattern of behavior that continues to violate our boundaries, we can strategize about how we would prefer to handle this. We have the option of responding in kindness or we can choose to remove that relationship from our lives or limit our contact with that person. I’ve certainly had to eliminate relationships from my life when the boundary violations were simply too much to continue to manage peacefully. These relationships were limited (or in some cases eliminated) not in an act of anger, but in order to create peace in my own life.

By separating ourselves from these types of relationships, we do no harm, but also take no shit at the same time.


4. We can say “No.” We don’t have to explain our no. We simply have to hold fast to it.

Saying “No” to obligations that burden us does no harm and in fact protects our own energies. Holding fast to our “No” is our way of not taking any shit.


This is, of course, not a complete guide, but with these few basics, we may find it easier to navigate our social interactions with less frustration. By taking these four steps, we are taking responsibility for our lives and the relationships in them.

We can still practice kindness and be fully invested in our relationships. In fact, we’ll be more able to do these things when our time and energy is not being devoted to the anger we used to experience when we did not practice good communication or enforce our own boundaries.

Instead, we can live our lives in joy with other people who are willing to respect our sacred space.


Author: Crystal Jackson


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​© 2018 Semeia Vida by Tatiana Lopes.